quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A falta de. . .





Começar...

Quem sabe começar a viver... Vive..."

O Ômega também é Alfa. E como fica o mundo atual? Delicadamente o caos, criado pelas mãos do homem. Não notamos que os criadores desse caos, cujo ponta pé inicial seria a falta de humanidade. Tem consequência pior que esse? Ser um humano e não ter humanidade? A pá está em nossas mãos e cavando cada vez mais fundo, antes era 7 palmos ou 7 metros, hoje não sei, o que vejo é seres humanos caindo e caindo...

A humildade é a única base sólida de todas as virtudes, é a única sabedoria verdadeira pela qual nós preparamos nossas mentes para todas as possíveis mudanças da vida. O não, fecha portas que nem sonharia que estariam abertas. O não impensado, dito sem mais nem menos por falta de coragem de assumir os compromissos que o sim traz, pode gerar uma cobrança no futuro. Entretanto, caminha a humanidade.

A falsa humildade nada mais é que orgulho. A humanidade,

tudo ainda se trata da mesma coisa, 
tudo ainda se resume a caverna e a carne. 

Seja como for, o resultado dos próprios atos, são herdeiros de atos; atos são a matriz que traz, move, leva, os atos são um parentesco; os atos recaem sobre . . . ; qualquer ato, bom ou mal, produz herança. Os atos refletem todo o homem e toda mulher.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com.br

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Do direito a justiça



Muitos confundem Justiça com Direito. São, sinônimas? Será, que o Direito nos leva necessariamente à Justiça? Creio que não.

Direito, é a garantia das condições de vida da sociedade, realizado continuadamente pelo Poder Público, mediante força”. [1] Dito de modo mais simplificado, Direito (Objetivo) é o conjunto de normas jurídicas que regem o comportamento humano, possibilitando, assim, uma harmônica e pacífica vida em sociedade.



E a Justiça, o que é? A Justiça – que segundo o filósofo LUCIUS SÊNECA [2] é a única virtude existente –  a Justiça é a meta do Direito. Quem não se lembra do seguinte mandamento de E. COUTURE?: ”Teu dever é lutar pelo Direito. Mas, no dia em que encontrares o Direito em conflito com a Justiça, luta pela Justiça”. [3]
 Incrível, ver nas outras áreas do conhecimento o temor pela sabedoria de não, ir contra a justiça. O maior ato de fé é aquele quando o homem define que ele mesmo não é Deus. Salmo 100:3. Pense alem do obvio do cotidiano da mesmice, arrisque ouse seja, pague o preço de ser e não o  de ter. 

[1] IHERING, Rudolf von. A luta pelo direito. trad. J. Cretella Jr. E Agner Cretella. 2.ed. São Paulo : RT, 2001, p. 42-43.

[2] SÊNECA, Lucius Anaeus. A vida feliz. trad. André Bartholomeu. Campinas : Pontes, 1991, p. 9.
[3] COUTURE, Eduardo. Os mandamentos do advogado. Porto Alegre : Sérgio Antônio Fabris, 1999, p. 39.

[6] Apud MATHIAS COLTRO in Apel. Crim. nº 1.005.495/9, Rel. Mathias Coltro, TACRIM-SP, julgado em 10.4.1996.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com.br

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A cultura


Utilizar a arte como fator de  integração social e formação de identidade,  é sem duvida um comportamento transmitido pelos pais aos filhos, através dos sons de cantigas de ninar ou das histórias. As histórias, o modo da linguagem utilizada pelos adultos  oferecem um encantamento  pelas crianças.
Os contos, há séculos, têm uma sabedoria própria e são o veículo ideal para introduzir a criança  em seu contexto cultural. As histórias contadas as crianças, tem um fator determinante na estrutura do psiquismo infantil em vários níveis, seja conscientemente e inconscientemente. A criança, ao aprender algo com pessoas mais idosas, adquire respeito pela sabedoria desta pessoa. A criança valoriza a tradição e deseja ter esta sabedoria para si mesma. Por sua vez o ancião, ao contar está ensinando, renovando o seu próprio conhecimento , ao perceber através dos olhos desta criança que ela está contemplando este ancião, relembra-se as boas lembranças, consolidando a sua autoestima.
O contato entre idosos e jovens, me parece existir um efeito transformador, enriquecedor para ambos. Com o passar do tempo os mais velhos interagem mais, estão mais atentos, e recordam com mais facilidade, estabilizando a saúde e o humor. Os jovens ganham em paciência e em humildade. Através da cultura, o que se comprova é que os conflitos de geração poder se transformar em um relacionamento de confiança e crescimento mútuo, a tolerância pode dar lugar a uma troca de experiências entre o desejo do novo  e o caminho já percorrido.
Ao som do Hino Nacional, todos sentem-se iguais. Independente de ser rico, pobre, branco, negro, amarelo, mestiço, rural ou urbano, o que importe é ser brasileiro. A cultura tem esta força de identificar nos diferentes segmentos da coletividade um forte vínculo quando existe uma competição esportiva nos Jogos Olímpicos, em um campeonato mundial, quando um filme que concorre a uma premiação internacional. É inexplicável este vínculo invisível, mas forte.
Através da cultural é possível unificar toda uma nação lembremos o que ocorreu em diversos países após a Segunda Grande Guerra. No Brasil existem atualmente diversos grupos com a intenção de integrar à sociedade. A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado. Ética é uma verdade absoluta. Moral, já é uma variável, dependendo da cultura de cada povo, de cada grupo de cada líder, de cada sujeito.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com.br