segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Quais são as ferramentas utilizadas para o bem pensar?


Saber perguntar é uma arte. Acredito que o homem deveria ser avaliado não pelas respostas que dá, mas pelas perguntas que faz. Já para a filosofia, a base do seu conhecimento, se baseia muito mais na pergunta do que na resposta, é simples porque o ser humano sempre esta em busca de respostas. Já ouvi, por varias vezes que não existe pergunta, que já não se saiba algo sobre a resposta, é como se tivesse a necessidade de um aval, sobre a resposta.
Sem dúvida saber responder também é uma arte. Na maioria das vezes as respostas, não respondem ao que foi perguntado, mas a resposta dada sem nenhum engano refletem muito mais sobre o que se lê ou ouve. A reflexão ocorre, não no nível da pergunta, mas no da resposta. Por tanto deve se fazer a pergunta, buscando cercar todas as brecha possíveis, evitando uma reflexão generalizada e não uma reflexão pontual. Evitar os voos na maionese, popularmente falando.
Obrigado.
Alexandre Schlegel

domingo, 16 de dezembro de 2012

O que se entende por bem pensar?



O significado do ato de pensar, é colocar na balança, para avaliar qual o valor tem esta ou outra atitude, este ou aquele produto, este pensamento ou outro. O interessante mesmo é que o pensamento não está ligado as emoções. Quando se toma um decisão por motivos emocionais, não se pensa, se decide impulsivamente, e muitas das vezes inconsequentemente. Pensar sobre o que se está pensando está fora do campo das emoções.

Vamos passar do simples para o composto, do conhecido para o desconhecido?

Para irmos para um lugar desconhecido, necessariamente temos que sair de um lugar conhecido. Para ensinar a uma criança a andar temos que póla em pé, ou seja sobre os seus próprios pés. O chão é o ponto de apoio do pé; a inteligência humana, apoia-se no conhecimento adquirido, mas existe um conhecimento que não é construído pela razão é um conhecimento revelado.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com.br

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Atos e Fatos




Não é o conhecimento que o sujeito tem que determinam os seus valores, mas sim seus atos. Por tanto o sujeito da ação, é dono dos seus atos, mas o sujeito não é dono dos seus sentimentos. A culpa se estabelece pelo que se fez, mas jamais a culpa se estabelece pelo que se sente, incrível esta mentira, existe culpa pelo que se sente sim. Se pode prometer mudanças de atitude, mas não se pode prometer sentimentos. . .Que resta ao sujeito é que por razão dos seus atos, pode ficar retido sua liberdade de ação, mas os sentimentos são livres para ir ao inimaginável. 

De autoria de Sigmund Freud “ O estado proíbe ao indivíduo a prática de atos infratores, não porque deseje aboli-los, mas sim porque quer monopolizá-los. ”Já Mahatma Gandhi diz que “As doenças são os resultados não só dos nossos atos, mas também dos nossos pensamentos.” A generosidade das palavras, devem ser provadas pelos atos do sujeito que as pronuncia. Tenho medo da ignorância dos que negam o fato utilizando-se das vans teorias. 

Quando se tem a convicção de fatos que não se veem, é porque existe uma verdade constituída no sujeito, e não uma certeza. Não riu mais dos atos humanos, nem desprezo-os,  o que tenho feito é buscar entende-los. A maior facilidade é censurar os outros; já a imensa dificuldade é ser o juízo dos seu próprios atos.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com.br

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O caminho a verdade!






Verdade, é uma grande questão. Como atingir a verdade em uma sociedade globalizada, aonde há atitude predominante, é a ganância descabida, dentro do sistema capitalista. A base do capitalismo é o domínio da grande quantidade de informações, que são usadas em benefício de uma pequena quantidade de pessoas.

A verdade, comporta múltiplos conceitos, por existir diferentes crenças, ou dogmas. Neste sentido, as crenças alimentam atitudes conservadoras, os religiosos mantenedores da informação, evitam novidades e modificações, enraizando-se em crenças e opiniões, o que conduz, muitas vezes, ao fanatismo.

O conceito de verdade foi construído ao longo dos séculos. Percorro pelo entendimento da conceitualização, grega, latina e hebraica. No grego, a verdade (aletheia) significa aquilo que não está oculto, ou seja não está escondido, se tornando evidente à razão. Já em latim, a verdade (veritas) é aquilo que pode ser demonstrado com precisão, ou seja o que se pode ver, se constatar com rigor e exatidão. A verdade então fica a mercê da memória e dos detalhes da realidade aonde ela se comprova.

Em hebraico, a verdade (emunah) significa confiança, é a esperança de que aquilo que é será revelado, irá aparecer por intervenção divina. Na minha opinião, verdade, do ponto de vista do senso comum e da filosofia, é uma busca pelo que está oculto por trás das aparências, tornando a verdade uma concepção relativa e portanto provisória. O sujeito, busca a verdade mas ele próprio não tem consciência que suas atitudes espelham a controvérsia das suas ações e o seu discurso. O que este sujeito não sabe, ou não quer saber é sobre a sua essência, a sua origem, que é contraria as suas ações como ser humano, que vive em sociedade. Em outras palavras, a verdade é uma convenção do grupo a que este sujeito pertence e este grupo possui crenças em comum.

Buscar à verdade é mais complexo do que aparentemente se pensa, impossível entender a verdade dentro da limitada capacidade humana de racionalização. O caminho percorrido em busca da verdade, que resulta na liberdade deste sujeito, a verdade é uma luz que pode iluminar novas tentativas, em busca do caminho que é a própria verdade.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com.br