quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A identidade do sujeito e a identidade social.





A identificação do sujeito, está alicerçada, fundamentada na capacidade e nos valores deste sujeito,  como também na capacidade de compreender o mundo, e no significado que este sujeito da a sua vida, a vida dos seus semelhantes, e do mundo em que habita.

A identidade social, se baseia no conhecimento de outros sujeitos, que integram à sociedade. Ser um pensador é bom, mas seria melhor ser mais um entre muitos. Ser comparado com outros, é desafiador e motivador. O mesmo se diga para qualquer área de atuação do sujeito, que compõe uma nação, um estado, uma cidade, um bairro ou um grupo. O prazeroso em criar é que se pode cultivar um estilo próprio de ser. Como é bom romper com o pensamento que é, foi e sempre será livre, mas por um tempo este pensamento estava escravizado pelo padrão de pensamento grupal, no qual estava inserido.

A Verdade liberta, pois é a Verdade. Não se trata mais apenas de divulgar ou apreciar, o que se pensa e o que se escreve, pensado além do obvio significa não mais se conformar com o pensamento deste ou daquele grupo, cidade, estado, nação, mas se permitir a ser transformado pela  renovação  do seu entendimento, resultando em uma  nova visão. Admito que esta nova visão é diferente, peculiar e personalizada.

Com esta identidade cultural, vivificada, em diferentes níveis, vai capacitando, agregando, alicerçando a consciência do povo. Fala-se da cultura brasileira, porém dentro do  regionalismo, aprecia-se esta ou aquela tendência. Mas nos brasileiros, não deixamos de admirar a nossa cultura independentemente da região, onde nascemos, existe uma sensação de união em torno do Brasil.

Esse sentimento de união, transcende o espaço, o tempo, pois está presente em todas as formas de manifestação cultural. O homem se comunica, a comunicação se dá através dos diversos meios e símbolos. Estes meios e símbolos utilizados na comunicação, são os fundamentos, os alicerces da cultura ou seja a maneira de ser, de interagir de um determinado grupo.

Como se dá a formação cultural de um grupo? Inicialmente os fatores climáticos, geográficos, sobrevivência, e o tipo de alimento disponível.  Há outros fatores na formação da cultura deste sujeito, como a  religião, as atividades de lazer que se estabelecem em decorrência das primeiras condições citadas.

No frio, lê-se muito, come-se grande quantidade de gordura e a sobrevivência é sinônimo de solidariedade. No calor, come-se frutas frescas, e o espírito de aventura, é presente. O meio influencia o sujeito, bem como o sujeito  influencia o meio, pense além do obvio.
Obrigado.
Alexandre Schlegel
Meu e:mail – alexandre@visaonova.com

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A importância da cultura.



A característica de uma pessoa se dá pela, somatória de costumes, tradições e valores.  Um jeito próprio de ser, ver, estar e sentir o mundo, uma forma particular, singular que o sujeito tem de fazer, de se expressar, no meio cultural ao qual está inserido.
 A cultura passa a ser um agente importantíssimo na constituição  e formação da identificação deste sujeito que é social, também, um padrão de comportamento se consolida e articula a sua integração com o grupo.

Como o grupo tem uma percepção do mundo, esta percepção influencia os integrantes deste grupo, ou seja o que o grupo “aprova ou valoriza” tende a ser a forma como o sujeito deste grupo seleciona sua percepção, utilizando o mesmo critério o que este grupo rejeita ou tem menor valor, a possibilidade do sujeito ter a mesma percepção é grande. Mas, quais são as formas que o sujeito tem de considerar importante para si o que é rejeitado pelo grupo, e influenciar a postura do grupo?

Elaborar, uma forma de reavaliar os valores grupais,  inserir de forma sutil o que é importante para o sujeito, seja de foram lúdica, simbólica ou distorcida, no intuito de evitar ser censurado coletivamente pelo grupo. Continuar ser amado, mesmo que não concorde com o que os integrantes do grupo concordam, vulgarmente descrito como manipulação, com intuito de obter um ganho emocional.

O sujeito que consegue enganar, ludibriar a censura do grupo, introduz não só no grupo mas posteriormente na sociedade, uma significativa mudança de valores e adquire e fortalece o seu poder de influenciar a estória ou a História, daí o dizer-se que ‘os pensadores, ou poetas são profetas’. Explica-se, assim, o medo que os governos autoritários e ditatoriais tem da elite cultural a perseguição política acirrada que os representantes da cultura tem sofrido através dos séculos – por exemplo, queima de livros e de sábios nas fogueiras da Inquisição, acusados de bruxaria e de pacto com o demônio, o que não é muito diferente dos tempos atuais.

As mudanças significativas que ocorrem em um segmento, da sociedade só ocorrem através da cultura, estas mudanças acontecem rapidamente, quando se entende que não existe a divisão entre secular  e religioso. Mas quem criou a divisão, do que é secular e sagrado? Deus não foi.  Não demora muito, o tempo de um pensamento, que é livre fluir. . .pensando além do obvio.
Obrigado.
Alexandre Schlegel

domingo, 4 de novembro de 2012

A fatalidade grupal.



 Sinto falta de pessoas exclusivas. Hoje em dia são vários grupos de pessoas iguais, que se julgam diferentes, e são podadas pelo "estilo" que optaram seguir. Pra mim, estilo é assumir quem é, sem medo de críticas. Empresas e pessoas precisam entender o quanto é importante priorizar time em vez de grupos.

Um grupo é a reunião de pessoas que até fazem o possível, dentro da hipocrisia, da falsa compaixão, disfarçada de religiosidade, de cada um dos integrantes. Mas, time é a reunião de líderes que buscam fazer até o mais próximo do impossível. Os grupos necessitam sempre de  um pseudo-vitimismo, só quem acreditou na soberania grupal sabe do que estou escrevendo. Grupos heterossexuais, negros, caucasianos, religiosos, ateus, não importa.

Estes grupos, pensam saber o que falam, todavia não percebem que suas considerações resumem-se à impressões subjetivas, etnocêntricas não aplicáveis, e imperativamente inconsequentes. Ideais utópicos criadas em seu mundinho, onde todos são menos 'que o idealizador'.

Cada um possui o livre arbítrio e a capacidade do raciocínio, vamos parar com a hipocrisia e com a busca por aparecer como casta banalizada. Que cada um faça bom proveito de sua linguagem, visão, costume e expectativas a fim de ser o seu melhor. A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos. Quem disse isto foi Sigmund Freud. Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons sabedores que somos, da nossa própria carnalidade. Só há grupos onde existem fraquezas individuais, mas a maturidade é um requisito fundamental. Pensando além do obvio, do cotidiano do dia a dia.

Obrigado.
Alexandre Schlegel
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Personalidade e Caráter



Personalidade é derivada da palavra latina persona, usada para identificar as máscaras utilizadas pelos atores teatrais na antiga Grécia.

Somos uma combinação de vários estilos de personalidades, variando de extrovertido a introvertido, sociável a tímido, do agressivo ao passivo, etc..., formando-se em nós na infancia. Digamos que seja uma forma de nos mostrarmos ao mundo, da maneira que queremos.

Já o caráter é uma palavra originada de um verbo grego que significa gravar. A firmeza moral de uma pessoa, portanto, é o sinal visível de sua natureza interior. É o que somos por baixo de nossa personalidade (máscara).

O caráter continua a se desenvolver ao longo da vida, são estas definições sobre as escolhas que fazemos, ou nossos comportamentos, e pode ser denominado de nossa maturidade moral.

Caráter é nossa força ética expressa pela nossa moral, é aquilo que guia nosso comportamento de acordo com os valores e princípios adequados – o que explica por que a liderança pode ser definida como ‘caráter em ação’. Os líderes procuram fazer a coisa certa, quando não se desviam dos seus princípios e valores.

Aristóteles escreveu sobre o assunto: “A virtude moral é uma consequência do hábito. Nós nos tornamos o que fazemos repetidamente. Ou seja: nós nos tornamos justos ao praticarmos atos justos, controlados ao praticarmos atos de autocontrole, corajosos ao praticarmos atos de bravura”. Corruptos ao praticar a corrupção, gananciosos quando se pratica a ganância, usurpadores praticando o uso do que não lhe pertence e quantas outras perversidade. . . .  
Portanto, o caráter é formado pelas nossas escolhas, no dia-a-dia.

É impossível voltar atras, voltar ao inicio, mas é possível mudar o fim, para melhor. Ou seja, hoje é o melhor dia para decidirmos escolher a coisa certa. Mudar requer determinação e comprometimento. E compensa, já que buscamos a excelência da liderança. E se for para mudar, que seja para o bem, para a coisa certa, para as escolhas certas. Pense alem do obvio, alem do cotidiano do dia a dia sua cosmovisão reflete o seu interior.

Obrigado.
Alexandre Schlegel
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