terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O mal cheiro do corporativismo.



 Dentre as características humanas desenvolvidas na vida em grupo ou na sociedade, o corporativismo é um dos aspectos mais destrutivos e mal compreendidos da natureza humana. É um veneno perigoso que se apresenta camuflado com uma face virtuosa. Estamos nos referindo a um corporativismo muito mais comum e que conduz as pessoas a se desviarem dos conceitos morais e éticos no afã de proteger objetivos de corporações e grupos. 



É com base nesta distorção do conceito puro de corporativismo é que muitas corporações sejam privadas ou políticas defendem suas ações, seus empregados ou correligionários mesmo se esta defesa representa jogar na lixeira todos os valores fundamentais do ser enquanto humano e não no sistema humanista. 

Os exemplos de aplicação deste veneno são inúmeros ao longo da era democrática, industrial, comercial, colocado na vanguarda da aplicação do corporativismo venenoso para encobrir ou justificar suas ações deletérias aos seres humanos e ao ambiente em geral.
Obrigado.
Alexandre Schlegel

O início do Novo Ano



Queridos leitores, amigos, fãs, familiares, críticos, chatos, legais, fofoqueiros, conselheiros, flutuantes em geral da natureza humana que coabitam nos blogs.

Um ano novo com muita luz e muito amor, saúde, harmonia, criatividade, perseverança, determinação, união, força, honestidade, dignidade, respeito e muitos pensamentos legais para que se possa sair do campo da imaginação com relação aos objetivos e sonhos e coloquem em prática, afinal, a vida é pra quem tem coragem e só serve para ser feliz.

Para mim é meio confuso desejar o ano novo no dia 31 de dezembro, porque o nosso relógio está em horário de verão e sendo assim, cronologicamente falando quando o povo todo estiver comemorando, alguns lugares já terão comemorado ou ainda vão comemoraram, mundo a fora em fim o que devemos comemorar? O ano que vem, o que é ou o que será! Pensando além do obvio, continua em 2013.
Obrigado.
Alexandre Schlegel

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Sessão Terapêutica II




O medo de perder o outro

Existem sujeitos que costumam arrumar desculpas para o comportamento do outro, simplesmente para mascarar o medo de que o outro se vá da relação. Muitos dos problemas e conflitos são passíveis de solução, desde que enfrentados logo no início. Mas, se os sujeitos da relação ignorarem os sinais e deixarem que eles continuem crescendo, podem atingir tal proporção, que superá-los torna-se impossível.



Amar alguém que esteja percorrendo por um caminho diferente não é impossível. O que se busca no processo psicoterápico é resgatar a  autoestima, e por consequência a segurança interior deste sujeito, para respeitar as escolhas do outro e não abrir mão das próprias verdades por medo de perdê-lo.

 Escolher o verdadeiro caminho é o melhor para o sujeito. A verdadeira lição na vida de um sujeito é que ele não é a verdade absoluta, mas é o que precisa saber viver e assim ser feliz. E, por mais que se ame alguém, é fundamental que se aceite que esse outro sujeito, pode não caminhar pelo mesmo caminho.

A tendência hoje em dia é que os seres humanos se mantem ocupados com seus problemas cotidianos, esforçando-se em manter os relacionamentos, que se esquecem dos verdadeiros objetivos. 
Pense além do obvio, descubra o que tem realmente importância para ser feliz? Identifique quais são as situações ou coisas que não te fazem feliz? Não tenha medo das verdades que possam ser reveladas, enfrente-as, pois certamente encontrará o caminho para alcançar a paz.
Obrigado.
Alexandre Schlegel

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Sessão Terapêutica I



A verdade leva a cura?

Quanto mais o sujeito, encara a verdade acerca de si mesmo, e as razões que o levam a manifestar determinados comportamentos e atitudes, a probabilidade deste sujeito vencer as suas dificuldades é maior. 

A questão não é o que o outro faz, mas sim o que o sujeito permite que façam com ele. O estado de vitimismo, no qual o sujeito se agarra, é a tentativa desesperada de eximir-se da responsabilidade que tem consigo mesmo.

Os problemas nos relacionamentos começam quando as expectativas são diferentes dos objetivos que cada um tem.  Quando o sujeito percebe esta realidade, é inevitável que ele tente conduzir o outro para o objetivo desejado. Constatar a verdade que a escolha feita, na qual se depositou as esperanças de uma felicidade e que este desejo não será satisfeito, é difícil, mas não há outra forma de resolver este problema senão enfrenta-lo.

Enquanto o sujeito continuar insistindo em se auto-enganar articulando, manipulando a realidade para que esta se amolde, se adapte a expectativa em atingir o seu objetivo, esta relação passa a ser a fonte da decepção e da angústia.

Este é um dos sinais de que a relação não está como se deveria ou se desejava. O temor de enfrentar a verdade, somente adia o surgimento dos problemas.  

Do que adianta constatar se o outro age de forma coerente ou apresenta um desvio de caráter, ou mesmo as suas atitudes são motivados por uma limitação. O importante para o sujeito é, perceber até que ponto as suas atitudes prejudicam ou o fazem infeliz, e decidir se quer pular fora ou permanecer nesta relação por covardia. Amanhã, Sessão Terapêutica II  O medo de perder o outro.
Obrigado.
Alexandre Schlegel

sábado, 22 de dezembro de 2012

A importância da reflexão.



 Como pensar por nós mesmos, ou o bem pensar senão através da reflexão. Uma reflexão seria mais perfeita se não houvesse a intervenção dos sentidos; mas, como o pensamento e os sentidos são inseparáveis, de qualquer forma é uma reflexão. Mas uma genuína transformação, somente é possível  pela renovação do entendimento temos que parar e voltarmo-nos para o nosso interior, propondo, inclusive, uma mudança comportamental.

Temos um estoque ilimitado de informações, pensadores que passaram, trouxeram coisas boas e ruins; alguns acabaram enveredando pela auto suficiência e acabaram se distanciando da verdade. Com propriedade o apóstolo Paulo recomenda que leiamos de tudo, mas que fiquemos com aquilo que for bom. Kant, foi responsável pelo desvio da filosofia da razão e a encaminhado para a emoção, é criticado por muitos como elogiado também.

A libertação pelo conhecimento é possível pois "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".  
Obrigado.
Alexandre Schlegel