sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Da consciência do Mito e a Consciência Filosófica


Aquecimento Global

A filosofia nasceu realizando uma transformação gradual sobre os antigos mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?

Mas, o que é um mito?

Um mito é uma narrativa sobre a origem de alguma coisa (origem dos astros, da Terra, dos homens, das plantas, dos animais, do fogo, da água, dos ventos, do bem e do mal, da saúde e da doença, da morte, dos instrumentos de trabalho, das raças, das guerras, do poder, etc.).

A palavra mito vem do grego , e deriva de dois verbos: do verbo (contar, narrar, falar alguma coisa para os outros) e do verbo (conversar, contar, anunciar, nomear, designar). Para os gregos, mito é um discurso pronunciado ou proferido para ouvintes que recebem como verdadeira a narrativa, porque confiam naquele que narra; é uma narrativa feita em público, baseada, portanto, na autoridade e confiabilidade da pessoa do narrador. E essa autoridade vem do fato de que ele ou testemunhou diretamente o que está narrando ou recebeu a narrativa de quem testemunhou os acontecimentos narrados.

Quem narra o mito? O narrador, ou o contador de histórias. Quem é ele? Por que tem autoridade? A palavra sobre – o mito – é considerado pelos que dão ouvido, como uma revelação divina. O mito é, pois, incontestável e inquestionável, devido a ignorância, da plateia. O mito narra a origem do desconhecido e não da realidade como se diz. Mais uma questão para vereador. Em que consiste a Função Legislativa? Constituição Federal responde: I - legislar sobre assuntos de interesse local; II - suplementar a legislação federal e a estadual na que couber; Interesse local, no campo da administração, tributação e finanças. Suplementar a legislação federal e estadual nos temas de Educação, Transportes, Saúde, quando predomina o interesse local.
Obrigado
Alexandre Schlegel
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Eficácia e a Eficiência política!


Eficácia e a Eficiência !

A Democracia não é uma coisa feita.
Democracia é algo que se está fazendo. Democracia não está pronta. Democracia é um processo em ascensão.
Democracia acontece com a experiência adquirida dia a dia, só assim se pode discernir qual o melhor caminho, às necessidades coletivas.
Democracia se torna bela quando exercida e não imposta como uma ditadura. Desta forma é que a democracia tem condições de crescer, segundo a boa prática que fizermos dela.

Gostaria de citar um trecho da Constituição. Todos são iguais parente a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País o direito a vida, á liberdade, á igualdade, á segurança, e a propriedade [...].

A nossa Carta Magna nos garante isso, porque não lutar pelos nossos direitos? Devemos sim fiscalizar, cobrar os políticos, envolver-se de forma que as políticas obedeçam as prioridades do País e não de grupos desta forma uma nação pode se transformar para melhor.

Para existir democracia, deve haver a participação de todos. Uma minoria esta decidindo o futuro de vidas que está nas mãos de poucos. A educação base eficiente e eficaz para desenvolvimento de um País. Eficiência é cavar com perfeição técnica um poço artesiano, Eficácia é encontrar a água.

Vejamos um extintor de incêndio, existe e está no lugar correto, mas quem sabe utiliza-lo corretamente? Já pensou na hora do início do pânico alguém realmente sabe utilizar o extintor? Esta é uma definição que temos que ter em mente, pois hoje em dia o que mais vemos são coisas que não são nem uma coisa nem outra.

Mais de 60% da população desconhece o que faz um Vereador, Deputado, Senador, Prefeito, Governador e Presidente da República. O cidadão tem o título de eleitor ou seja ele é eficiente para votar mas é eficaz para exercer o direito a cidadania? Pense além do obvio. Vejamos mais uma pergunta para os candidatos a vereador. Quais as funções da Câmara? Função Legislativa, Função Fiscalizadora, Função de Assessoramento e Função Administrativa.
Obrigado
Alexandre Schlegel
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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Violência Urbana!


Olhar Urbano!

Se diz que a violência é urbana, pode-se concluir que uma de suas causas é o próprio espaço urbano? Os especialistas na questão afirmam que sim: nas periferias das cidades, sejam grandes, médias ou pequenas, nas quais a presença do Poder Público é fraca, o crime consegue instalar-se mais facilmente. São os chamados espaços segregados, áreas urbanas em que a infraestrutura urbana de equipamentos e serviços (saneamento básico, sistema viário, energia elétrica e iluminação pública, transporte, lazer, equipamentos culturais, segurança pública e acesso à justiça) é precária ou insuficiente.

No entanto, alguns especialistas afirmam que essa causa deve ser vista com cautela. Desestrutura familiar, por exemplo, não quer dizer, necessariamente, ausência de pai ou de mãe; ou modelo familiar alternativo. A desestrutura tem a ver com as condições mínimas de afeto e convivência dentro da família, o que pode ocorrer em qualquer modelo familiar.

Família, uma célula que antecede todos os corporativismo existente. Que fazem o Plenário da Câmara, a Mesa da Câmara e o Presidente da Câmara?

Muito bem o plenário vota as Leis pela maioria de seus membros. A lei Orgânica de cada Município dá, em seu texto, a exigência de votos. Na maioria absoluta mais da metade dos membros da Câmara. Na maioria qualificada geralmente dois terços ou três quintos dos membros da Câmara. A mesa administra a Câmara, executando as deliberações do plenário. Presidente conduz o trabalho do Plenário, representa a Câmara, estabelece relações com outros órgãos em nome da Câmara e promulga leis, decretos legislativos e resoluções da mesa.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A vida em sociedade. . .



A Feiri...... 

A sociedade humana é formada de pessoas que têm necessidade umas das outras para continuar a espécie, buscar seus objetivos e realizar sonhos. Sem as comunidades o homem não se organizaria e não sobreviveria. É o outro que ajuda na busca por alimento e abrigo. Seja da forma mais simples, quando o pequeno agricultor planta e colhe. Seja através do que constrói, do que cuida de doenças, do que educa. Enfim, uma imensa corrente permite que o ser humano nasça, cresça, viva.

O mundo moderno exige cada vez mais que essa ajuda seja diária, porém ela é imperceptível para muitos. Seres humanos têm necessidades materiais e espirituais. Cada um precisa de afeto, atenção, carinho, respeito. Todos têm uma fé e esperança que o ajudam no dia-a-dia. Com isso adquirem forças, muitas vezes, até sobrenaturais. E conseguem transpor montanhas. Viver em sociedade é uma necessidade vital para o ser humano.

Ninguém é uma ilha. Precisamos, porém, de uma sociedade organizada, para que todos vivam satisfatoriamente. Uma sociedade justa, onde todas as pessoas possam ter oportunidades e aproveitá-las. Benefícios e encargos distribuídos. Direitos respeitados e deveres assumidos. Responsabilidades e limites, na medida certa. Tenhamos sempre a esperança que estamos aprendendo a viver em sociedade.

A Câmara Municipal não subordina-se política e administrativamente ao Prefeito Municipal. Não existe qualquer subordinação um em relação ao outro Poder. Há, e sempre deve haver, entrosamento, mas subordinação nunca. Ocorre no Município o mesmo que ocorre na esfera estadual ou federal. Os Poderes são independentes e harmônicos entre si. A divisão dos Poderes é a essência da democracia. Quem elabora a Lei, não a executa nem a interpreta. Quem executa a Lei não a interpreta nem poderá interpretá-la. Quem interpreta a lei não a elaborou nem a executará. O Poder Legislativo é a fonte da Lei.
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Alexandre Schlegel
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domingo, 5 de agosto de 2012

Um homem, que se pode confiar


Um Caminho

Pensando além do obvio, a política como a arte de negociar. No senário político paranaense, ainda existe uma política entre os acusadores x conciliadores – aparece intimamente relacionada a certas caraterísticas particulares que marcam alguns políticos de várias regiões brasileiras.

Vamos ter como base a cidade de Curitiba, uma cidade cujo qual é marcada por um acirrado campo político que é marcado pela hegemonia, que é a continuidade do poder atual, e a radicalização do debate político. Um homem, curitibano, com um legado, tem uma retórica implacável, temida pelos rivais e admirada pelos seguidores. Este homem, representa a essência do "político curitibano", habilidoso, conciliador, articulador capaz de aparar arestas e conviver com adversários que via como potenciais aliados. Não resta dúvida de que a construção de alianças, revelou-se necessária e eficaz para que o plano de substituição, de renovação e no concerto político da capital paranaense.

A conjuntura política curitibana atual, é extremamente tensa, um teste particularmente difícil para uma candidatura, mesmo com as "qualidades do político curitibano, paranaense e nacional" para a prefeitura de Curitiba. Como desconhecer o fato de que o pleito eleitoral que se aproxima, necessitava que ocorresse a construção de pontes de entendimento com outros partidos, no intuito de construir uma Curitiba melhor.
O pré-julgamento decreta o fim de um ambiente democrático. Este pré-julgamento, pode privar um dos principais líderes curitibanos, de governar  a capital do Paraná, Curitiba. Este homem é Gustavo Freut conheça -o
http://www.fruet.com.br/curitibaquermais/. Pense além do obvio.

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Alexandre Schlegel
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sábado, 4 de agosto de 2012

A vaidade alheia.


A vaidade alheia.

Quem nunca se viu como vítima da vaidade alheia? E quem nunca caiu nessa “arapuca” que é se envaidecer? Pois é. Estamos as vésperas do pleito eleitoral de 2012. O jogo das vaidades, começa, os protagonistas se posicionam no tabuleiro das possibilidades de obter o poder, através do candidato eleito.
Tudo depende da relação que se estabelece com o poder. Já diria William Shakespeare: “Aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador”. Se a necessidade de poder ainda brilha aos olhos, dificilmente será possível controlar a vaidade, e consequentemente não sofrer com as quedas que se seguem à conquista fugaz do poder.

Isso não é rogar praga, não é inveja, não é despeito. Trata-se de pura constatação (e quem já viveu alguns bons anos certamente presenciou esse ciclo de ganhos e perdas que a vaidade alimenta na busca pelo poder). O pobre quer ser rico. O rico quer ser famoso. O famoso quer ser eternizado.

Uma coisa é sentirmos a rejeição de alguém (e, claro, ficarmos chateados com isso) outra coisa é perdermos a sensatez ao percebermos quando alguém está se rendendo à própria vaidade custe o que custar (às vezes às nossas custas).
Observem que aqueles que fazem o que querem e criam os próprios métodos de conduta para obter o poder, pode ser um erro. O poder não dura para sempre. A vaidade não sustenta uma jornada inteira. E é por essas e outras que não devemos duvidar de nosso bom senso, nem julgar aos outros com acusações, já que a conduta de quem abraça a vaidade acaba por conduzir qualquer pessoa ou grupo à constatação do próprio despreparo. Saber manter o equilíbrio e controlar a vaidade pode ser o caminho certo para usufruir qualquer estágio de uma verdadeira caminhada pela vida. Pensando além do óbvio.
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Alexandre Schlegel
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Como está o seu autoengano?


Autoengano?

Começo esse artigo com uma frase de Black Elk: “é na escuridão de seus olhos que os homens se perdem”. Ela consegue definir um estado que todos nós vivenciamos muitas vezes em nossa vida. Falo do autoengano, da negação de fatos e também da simples falta de consciência da realidade. Esse estado exagerado de autoengano compromete demais a vida pessoal e profissional dos indivíduos.

Essa questão intrigante permeia nosso cotidiano e acaba minando nossas capacidades e comprometendo nossos relacionamentos. O fato é que, na maioria das vezes, não nos damos conta que a culpa é nossa e que somente nós podemos reverter situações desconfortantes. O autoengano costuma ficar evidente quando colocamos a culpa de nossos problemas nos outros ou temos um olhar crítico em relação aos comportamentos alheios, sempre achando que nós somos melhores!

Alguns exemplos comuns seriam:
Muitas famílias afirmam que foram as companhias que levaram o seu filho para o mal caminho.
O namorado que, ao ser traído, justifica a situação colocando a culpa na outra mulher
O paciente que não acredita no diagnostico recebido.
O líder que não aceita que precisa se aprimorar.
O cidadão que se recusa a admitir que é ele que dá poder ao politico,.

Agimos como aquela criança que ao correr tropeça, cai e fala que a culpa é do tapete! O pior é que os pais aceitam a justifica choramingada do pequeno. . . Vamos confessar que várias vezes somos como essa criança e culpamos o mundo pelo nosso fracasso, intolerância e descontentamentos. Esse tipo de comportamento acaba piorando o problema e nos torna reféns do próprio modo de pensar, pois não somos capazes de ver além do problema ou insatisfação. Essa cegueira ou o autoengano provoca uma relação interessante:

Funciona mais ou menos assim: tenho um problema e, por conta da minha “cegueira”, acabo enxergando causas irreais e partindo para solução inadequadas, e com isso agravo ainda mais minha situação inicial.

O autoengano é um recurso de autodefesa (e necessário em alguns casos) que surge todas as vezes que nos sentimos ameaçados, decepcionados ou nos deparamos com algumas verdades inconvenientes. Seria uma maneira de retardar o amadurecimento. Enquanto a responsabilidade não recai sobre si, a criancice, infantilidade disfarçada com a falta se sorte, ou azar.

Quando começamos a nos enxergar de verdade, quando mesmo que dolorido assumimos nossas dificuldades, o nosso “autoengano“ muda. Conseguimos perceber a situação real e passamos a agir com coerência. Difícil? Um pouco, mas vale a pena tentar.

Comece a ver você como protagonista de sua história e não como vítima dela. Não tente ser perfeito, mas procure fazer o melhor possível. Sua vida pode ficar melhor a partir dos detalhes! Para saber mais e aprofundar suas reflexões, indico o livro “Auto-Engano” (Companhia de Bolso) de Eduardo Giannetti da Fonseca.

Obrigado
Alexandre Schlegel
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